sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Cursos de Capacitação Profissional e Pós-Graduação 2014/Ano XV

Processos para Transformação de Plásticos e Borrachas

A indústria dedicada ao processamento de polímeros da região sudeste, torna a contar com o firme proposito de apoio e empenho da Universidade Federal do Rio Janeiro na busca de soluções para o desenvolvimento do setor. A 15ª Edição dos Cursos de Capacitação Profissional e Especialização em Processamento de Plásticos e Borrachas-Versão 2014 do Instituto de Macromoléculas Profª Eloisa Mano, consolida um amplo programa de capacitação e qualificação voltado para a Indústria Petroquímica, em especial a de 3ª Geração.

Com foco nos processos de moldagem de plásticos e borrachas, e tendo como base os profissionais atuantes ou, com pretensão em atuar no setor relativo aos processos para transformação de polímeros; o IMA/UFRJ volta a assumir o papel de agente multiplicador do conhecimento científico e tecnológico na indústria nacional, em área estratégica ao desenvolvimento social sustentável.

Frente aos desafios de tempo gerados pelo conflito de interesses produção x qualificação, tem-se uma alternativa. A oferta de cursos modulares aos sábados, não só expande as oportunidades de capacitação á profissionais com interesse específico, como torna viável a pós-Graduação no setor . Assim como a participação em módulos isolados fornece conhecimentos específicos; o conhecimento conjunto dos módulos desenvolve as competências e habilidades que caracterizam um especialista deste ramo.

Além do importante suporte de profissionais brasileiros, com vasta experiência internacional; a frequente participação e contribuição de inúmeros profissionais de países como Alemanha, Argentina, China, Colômbia, EUA, Itália e Portugal; rompem os limites regionais do eixo Rio, São Paulo, Espirito Santo e Minas. Este sistema já privilegiou mais de 200 profissionais, em 120 empresas do setor de transformação de plásticos e borrachas.
INSCRIÇÕES ABERTAS PARA 2014 pelo e-mail: especializacao@ima.ufrj.br

Veja também http://www.ima.ufrj.br/especializacao

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Gestão de Produtos Plásticos

As questões ambientais adquiriram nos últimos anos lugar central no discurso e na agenda de trabalho de diferentes segmentos da sociedade (CALLENBACH, et al, 1993; COHEN, 2001, HANSEN, SCHRADER, 1997; HART, 2005). Ativistas ecológicos, organizações não-governamentais, movimentos sociais, governos, pesquisadores, empresas e consumidores têm se mostrado cada vez mais preocupados com as posturas e práticas ambientais de indivíduos, grupos sociais e instituições, e sobre suas responsabilidades quanto aos impactos no meio ambiente (KAZAZIAN, 2005; MANZINI, 1998; MURPHY,2001). Intensos debates e controvérsias teóricas e políticas emergem nesse cenário.
Um dos temas ambientais mais destacados nessa agenda de discussão refere-se aos resíduos, sobretudo nos grandes centros urbanos (BERTHIER, 2003; SITARZ,1994). Nos anos 80, houve um crescimento da busca por alternativas para reduzir a quantidade de lixo, verificando-se uma crescente preocupação com o destino da embalagem após o consumo (AMADEU, et al, 2005; BERTHIER, 2003; PIETERS, 1991). A redução nos ciclos de vida dos produtos, fruto da velocidade da mudança tecnológica e de comercialização, tem provocado o aumento do descarte de produtos. Assim, a necessidade de equacionar o destino das embalagens e seus materiais constituintes, após o uso original e a sua disposição final é crescente nas últimas décadas (LEITE, 2003; SITARZ,1994; ZIKMUND, STANTON,1971). Milhões de dólares são gastos em logística, distribuição e marketing visando estimular um aumento do consumo de embalagens (PALHARES, 2003). Na verdade, a embalagem tem sido o principal ponto de discussão de políticas públicas e grupos ambientalistas rumo a solução do gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos. De um ponto de vista mais amplo, a embalagem não é somente o invólucro para um produto, ela representa a filosofia ambiental da empresa (WASIK, 1996).
Esse processo gera um grande impasse sobre quem é o responsável pela gestão do fim da vida da embalagem (KAZAZIAN, 2005). Enquanto em alguns países da União Européia esse embate levou a legislação e a própria iniciativa empresarial a assumir como responsabilidade por todo o ciclo de vida dos produtos que gera, em outros países, permanece um vácuo. No caso brasileiro, a própria sociedade, através de iniciativas como as das cooperativas e de organizações não-governamentais, assume o ônus e alguns bônus da reciclagem de embalagens. No entanto, permanece o debate sobre o papel da indústria de embalagens, da indústria dos produtos embalados, dos governos e dos consumidores nesse processo. Como pode-se perceber, múltiplos atores e interesses compõem o mosaico da gestão do ciclo de vida de embalagens, tornando a análise desse objeto mais complexa e relevante.
Diferentes estudos e publicações científicas têm analisado variados fenômenos relacionados à geração, coleta, disposição e reciclagem do lixo urbano (BERTHIER, 2003; PIETERS, 1991). Zanin e Mancini (2005) listam 28 universidades e centros de pesquisa brasileiros, com forte concentração na região Sudeste, que desenvolvem investigações relacionados à reciclagem e reutilização de resíduos sobretudo, com o foco no desenvolvimento tecnológico. Outra parcela relevante das pesquisas desenvolvidas no ambiente acadêmico, analisam políticas públicas de tratamento dos resíduos e dos atores envolvidos no equacionamento do problema (AMADEU, et al, 2005; GRIMBER, BLAUTH, 1998; COHEN, 2001; SIARTZ, 1994). Menos freqüente são as pesquisas e a literatura voltadas às discussões da gestão do fim da vida de embalagens. Se este tipo de estudo tem sido raro na literatura brasileira, por outro o volume de resíduos sólidos gerados, sobretudo no lixo urbano, é cada vez mais preocupante e o ciclo de vida das embalagens marcadamente mais curto.
Tal discussão, desta maneira, pretende promover um diálogo entre os campos dedesign, sustentabilidade e ciclo de vida das embalagens; procurando avançar na compreensão das possibilidades, desafios e dilemas da gestão do fim da vida das embalagens, ênfase especial é dada às embalagens plásticas devido ao volume crescente nos resíduos sólidos dos domicílios. Com múltiplas ampliações na produção industrial, o plástico, vem se tornando, nos últimos anos, alvo de disputa entre catadores, objeto de interesse por parte de empresas recicladoras e transformadoras, estratégia preferencial de embalagem para indústria alimentícia e presença constante no cotidiano dos consumidores. Ora visto como receptáculo de produtos avidamente consumidos, ora como grande vilão dos problemas ambientais, ou ainda, como atrativa fonte de renda para os envolvidos em sua reciclagem, as embalagens plásticas colocam importantes desafios para o entendimento da revalorização ao fim de sua vida e para as possibilidades de avanço de práticas no âmbito do design.

                         Reflexões, dilemas e responsabilidades relativas ao fim da vida de embalagens 
                                                                                                         Sylmara  Gonçalves-Dias
                                                                                                       Universidade de São Paulo
Google em 27/11/2013 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Capacitação e Qualificação Profissional na Industria de Plásticos


A visão corrente é a de adotar a educação continuada, o que significa que, escolhida a área em que se deseja atuar, devemos buscar constantemente a atualização profissional. Ou seja, podemos dizer que a educação continuada é a constante procura por capacitação e qualificação.

Além dos cursos de formação da graduação, as Instituições de Ensino Superior (IES) podem também oferecer cursos capacitação e qualificação profissional para estudantes ou profissionais que desejam atualizar seus conhecimentos e reforçar as suas redes de contato no mercado de trabalho.

Capacitação traduz-se por preparar a pessoa para enfrentar as situações referentes à sua atividade, por meio da aplicação de conhecimentos, mas, com possibilidade de criar, resolver problemas, oferecer alternativas de melhorias e criar ambiente adequado. Capacitar quer dizer fornecer autonomia, criar autoconfiança e promover o desenvolvimento. Capacitar vai além de treinar, pois, treinamento, por meio de repetições mecânicas, desenvolve uma habilidade específica, com pouca liberdade para expressão da personalidade própria do indivíduo. Em geral, cursos de capacitação profissional caracterizam-se por uma carga horária superior a 20 horas e inferior a 180.

Na mesma ótica, o término da graduação no Ensino Superior não representa necessariamente o fim da atividade acadêmica. Um dos caminhos para tentar enriquecer o currículo, ganhar mais destaque no competitivo mercado de trabalho é a especialização, também conhecida como pós-graduação lato sensu. Tais cursos, são caracterizados por uma carga horaria nunca inferior a 360 horas.

A pós-graduação lato sensu responde a demandas específicas de aperfeiçoamento profissional continuado e visa a complementar conhecimento em face das necessidades da profissão, a aprofundar conhecimentos num determinado domínio do saber, a capacitar profissionais ampliando os conhecimentos das técnicas de suas profissões e ao desenvolvimento de conhecimentos teórico-práticos em determinado domínio do saber.

Cursos designados pelo termo inglês “Master” são cursos de pós-graduação lato sensu na categoria especialização e, por conseguinte não conferem o grau de mestre, mas certificado de especialista.

A pós-graduação lato sensu pode apresentar-se no formato presencial e no formato semipresencial:

- Presencial: curso cuja carga horária computada é referente a atividade na presença de professor / instrutor.

- Semipresencial: curso cuja parte da carga horária computada articula atividades na presença de professor / instrutor e parte dela se dá sem a presença do mesmo.

A procura por uma colocação ou manutenção no mercado de trabalho deixou de ser, apenas, uma questão de dedicação ou sorte. Hoje é uma questão de contínua busca de capacitação e qualificação, fatores determinantes para o futuro dos que buscam reais chances de progresso profissional.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Pioneira do Processamento de Plásticos e Borrachas no Brasil.

Em respeito ao merecido reconhecimento demonstrado pelo CNPq a Pioneira da Ciência Professora Eloisa Mano; parabenizamos a entidade pela iniciativa e manifestamos nosso mais profundo agradecimento a Pioneira do Processamento de Plásticos e Borrachas no Brasil.



Pioneiras da Ciência no Brasil - 2ª Edição
CNPq

A importância desta iniciativa está em atribuir visibilidade às mulheres e às suas contribuições para determinada área de conhecimento. Destaca-se que, muitas vezes, as participações femininas foram menos reconhecidas em função das relações de gênero. Assim, é importante produzir outras versões da história que versem sobre a atuação das mulheres como lideranças no ensino e na pesquisa e não somente, sob a ótica de gênero, como meras coadjuvantes nos papéis tradicionais de companheiras, assistentes, professoras.


ELOISA BIASOTTO MANO

Química

 
Nasceu no Rio de Janeiro em 24 de outubro de 1924. Eloísa diplomou-se em Química Industrial em 1947 pela Universidade do Brasil, atualmente Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e, em 1955, formou-se no curso de Engenharia Química pela mesma universidade. Nos anos de 1956-1957, Eloísa foi para os EUA e iniciou seus estudos na área de polímeros na Universidade de Illinois, sob a orientação do professor Carl S. Marvel. Em 1961, concluiu o Doutorado em Química, ainda pela Universidade do Brasil. Viajou em 1964 para a Universidade de Birmingham, Inglaterra para pesquisar junto ao professor J.C. Bevington. A estadia neste laboratório sedimentou sua brilhante carreira de pesquisadora e tornou-a uma das maiores especialistas mundiais em polímeros.
Trabalhou no Instituto Nacional de Tecnologia, no Laboratório de Borracha e Plásticos, no Rio de Janeiro. Em 1961, tornou-se livre docente na Universidade Federal do Rio de Janeiro e professora catedrática da Escola Nacional de Química, em 1962, depois intitulada Instituto de Química e do Instituto de Macromoléculas (IMA). Em 1978, foi eleita membro titular da Academia Brasileira de Ciências.
Eloísa Mano foi a responsável pela criação, em 1968, do primeiro grupo de pesquisadores em polímeros no Brasil e este grupo foi a origem do Instituto de Macromoléculas/UFRJ, criado em 1976. Como reconhecimento ao seu trabalho, em 1994, este instituto incorporou seu nome e atualmente é Instituto de Macromoléculas Professora Eloísa Mano.
Eloísa Mano foi inventora de cinco patentes, coordenando uma equipe de mais de 120 pesquisadores. Orientou 32 teses de mestrado e oito de doutorado. Publicou nove livros, escreveu capítulos em dois livros, 156 trabalhos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros e apresentou 239 comunicações em congressos nacionais e internacionais. Apresentou 135 conferências no país e no exterior.
Suas pesquisas em polimerizações por adição, morfologia de poliolefinas, correlação entre estrutura química e propriedades de polímeros e reciclagem de plásticos estão na vanguarda científica mundial.  Recebeu inúmeros prêmios nacionais e em 1998 foi-lhe outorgado o prêmio internacional The Polymer Science, Japan (SPSJ). Seu nome está incluído no Dictionary of International Biography – 1995 e no Who’s Who of the Year – 1995. Em 1996, foi membro do Conselho dp Polymer Processing and Properties Center da Univesidade da Flórida – Gainesville (EUA). Recebeu também a Ordem Nacional do Mérito Científico, na classe de Grã-Cruz, concedido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). 
Sua atuação como pesquisadora reflete-se numa intensa participação em Comitês Editoriais dos principais periódicos internacionais e nacionais de polímeros. Aposentou-se compulsoriamente em 1994 e é professora emérita da UFRJ, desde 1995. Atualmente, é bolsista de Produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), como pesquisadora 1-A.

Fontes: Academia Brasileira de Ciências, página WWW.abc.org.br/emano, 25 de abril de 2013, página www.ima.ufrj.br, 25 de abril de 2013. Portal do MCTI, WWW.mct.gov.br

Autoria: Hildete Pereira de Melo é Doutora em Economia, Professora Associada da Universidade Federal Fluminense, editora da revista Gênero, pesquisadora da área de Relações de Gênero, História da Ciência, Feminismos, Economia Brasileira.


 
Professora Eloisa Mano em sua participação especial no módulo de Gestão Ambiental e Embalagens 

Cursos de Capacitação e Especialização em Processamento de Plásticos e Borrachas.


 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

03/07/2011 | ENTREVISTA: Ailton de Souza Gomes | MOLÉCULA DO DIA: Ácido Araquidônico PDF | Print |
"Este projeto é uma homenagem aos profissionais que escolheram a química para guiar seus sonhos.
No projeto dos 365 dias com a Química, temos 1 entrevista e a apresentação de 1 molécula por dia.
As moléculas que estão sendo apresentadas não foram escolhidas pelos entrevistados. Elas são compiladas por um grupo de alunos de doutorado da UFRJ, com o apoio do grupo da QNINT/ SBQ."
logo365dias

Entrevista
Ailton de Souza Gomes
03_07
1- Como e quando tudo começou?
O meu primeiro contato com a química ocorreu no primeiro ano científico do Colégio Militar do RJ. Gostei muito de estudar aquela nova disciplina, que me levou a fazer o vestibular para a Escola de Química da UFRJ e daí para um contato maior com a Química Orgânica, ministrada pela Professora Eloísa Mano. A parte experimental da disciplina me fez descobrir o gosto pelo laboratório e as diferentes técnicas de síntese orgânica. No período de férias fui convidado pela professora a testar varias sínteses de compostos orgânicos, que seriam incluídos num livro de práticas de Química Orgânica e que estava sendo redigido por ela e o Professor Seabra, da Faculdade de Farmácia. Na ocasião estava começando o curso de pós-graduação em Química no Instituto de Química da UFRJ. Professores estrangeiros chegavam ao Brasil, entre os quais a professora Madeleine Joulliè, que ministrou as aulas de Química de Heterocíclicos, nas quais participei como ouvinte. Ao término das aulas fui convidado a enviar o meu pedido inscrição no curso PG da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia. Ao termino do curso Químico Industrial (1965) recebi a noticia da oferta uma bolsa Teaching Fellow da Universidade da Pensilvânia, para realizar o meu PhD.

2- Por que fez essa escolha profissional?
Ao término da obtenção do meu PhD (1968) fui informado que o Professor Carl Djerassi estava chefiando uma delegação professores americanos, a fim de iniciar um programa de intercâmbio entre a NAS (National Academy of Science) e o CNPq. Entre eles estava o Professor Charles Overberger da Universidade Michigan, responsável pela área Polímeros e o professor brasileiro parceiro era a Professora Eloísa Mano. Nos últimos meses na UPenn, ainda ministrando práticas de Química Orgânica no laboratório, recebi um telefonema do Professor Overberger convidando para uma reunião em Ann Arbor, Michigan e para realizar um pós doutoramento em Polímeros. A idéia era retornar posteriormente ao Brasil para participar do programa de cooperação. Em 1970 entrei como docente para Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde estou até hoje. Neste período ministrei disciplinas de pós-graduação no Instituto de Química até 1980, quando foi criado o curso de pós-graduação de mestrado e doutorado em Ciência e Tecnologia de Polímeros, sob minha coordenação.

3- Quais são suas atividades profissionais atualmente? Gostaria de destacar alguma do passado?
Em 1984, com uma licença sem vencimentos, aceitei um convite para organizar o laboratório pesquisa da firma Kaury-Sigma, em Duque de Caxias, RJ, com o objetivo de fabricar vários insumos até então importados. Basicamente, a idéia era focar para resinas epóxi e poliamidas. Decorridos 2 anos de licença que eu tinha direito, retornei a UFRJ para continuar as atividades de ensino e pesquisa.

4- Se pudesse escolher uma descoberta da Química para ter realizado, qual seria?
Os catalisadores Ziegler e Natta causaram uma revolução industrial que perdura até hoje, vários pólos petroquímicos foram criados a partir da produção em larga escala de plásticos de polietileno e polipropileno.

5- Alguma sugestão para os novos profissionais e estudantes?
Há uma carência enorme de profissionais de química no Brasil, para atender as vagas deixadas pelos profissionais que estão se aposentando e suprir as necessidades que estão vindo com o crescimento industrial acelerado do País.

6- Quais barreiras a Química precisa ultrapassar ou quais perguntas ainda precisam ser respondidas?
A Química se tornou multidisciplinar, exigindo conhecimentos em diversas áreas, como a de materiais e na medicina, onde a cura de algumas doenças, como Alzheimer e Parkinson, aguardam que os químicos fabriquem novas drogas mais efetivas.

ENDEREÇO PROFISSIONAL
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Instituo de Macromoléculas Professora Eloisa Mano.
Avenida Brigadeiro Trompowisky s/n
Ilha do Fundão
21945-970 - Rio de Janeiro, RJ – Brasil
Telefone: (21) 2562-7210

Possui graduação em Engenharia Química e Química Industrial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1965), doutorado em Química - University of Pennsylvania (1968) e Pós-doutorado na Universidade de Michigan (1969). Professor Visitante na Case Western Reserve em Cleveland (1989-1990) Coordenou a elaboração do Programa de Pós Graduação do Mestrado e Doutorado em Ciências e Tecnologia de Polímeros (1978) e criou o Curso de Especialização em Processamento de Plásticos e Borracha do IMA/UFRJ (2000). Pesquisador 1A do CNPq (1976-2004). Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Química, com ênfase em Polímeros e Colóides, atuando principalmente nos seguintes temas: polímeros, polimerização, síntese, nanocompositos e membranas para uso em célula a combustível. Coordenou o 41st IUPAC World Polymer Congress em 2006. Recebeu o Prêmio ABPOl-Eloisa Mano 2007.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Dicas da Especialização em Processamento de Plásticos e Borrachas para a FEIPLASTIC 2013.




Novo perfil da tradicional feira brasileira do plástico surpreende os primeiros visitantes. Seja para o setor de resinas ou para o de equipamentos, o aumento da oferta de novas tecnologias em insumos apresentados por inúmeras empresas de diversas nacionalidades, constitui-se de fato na grande surpresa da FEIPLASTIC 2013. Destaque também para o visível aumento da participação de profissionais de diversas nacionalidades, como suporte ou visitante. Após dois dias de visita, uma coisa ficou bem clara: A FEIPLASTIC 2013 tornou-se de fato no maior evento internacional do plástico na América Latina.

Mas vamos as dicas para a visita.

Dois dias de vista - menos é pouco proveitoso, mais em geral não se têm e aumenta os custos. Dê preferência ao intervalo entre 12:00 e 17:00 hs, assim você não atrapalha a abertura do estande e nem o fechamento das vendas em curso. Além de mais vazio, neste horário todos estarão mais solícitos, não se perde tempo descansando, não se gasta dinheiro com comida e o trânsito é suportável.

Acesso – tenha como base o ônibus gratuito saindo do terminal Tietê. Fique sempre perto de uma estação de metrô. Taxi só no último caso: sair do Anhembi direto para Guarulhos. Evite Congonhas.

Insumos para produção – visitem a Asaclean, compostos de purga e converse com Paulo Piggato.

Insumos a resinas – visite a Lubrizol, e converse sobre aditivos com a nossa colega Luciana Portal.

Insumos a linha de produção – robótica para in mold label da OK de Santa Catarina em auxilio ao ciclo rápido de injetoras. Observe a importância de um Micronizador em auxilio a Rotomoldagem com Nivaldo da Pallmann.

 

Desenvolvimento e Controle de Qualidade – COF na Parabor e bate-papo com Cleiton na Polimate.

Extrusora – Dupla-rosca com canhão bi-partido da Jiangsu Xinda

Livros e cursos – ABPol com Marcelo Gomes

Suporte a indústrias cariocas – com Ísis no SIMPERJ

Estandes amigos – Na Pavan Zanetti procure por Kennedy Cardoso. Na Radicci por Antônio Eduardo e na Arburg por Jair.



sexta-feira, 3 de maio de 2013

Velhos Parceiros


Professores Ailton Gomes, Eloisa Mano e Victor Pita com os alunos formados em 2000. Boas lembranças de nossos amigos e parceiros. Um forte abraço a cada um de vocês.

Alexandre Eduardo Alcantara Ribeiro
Almir Antonio da Silva  Michelin,
Ana Paula Rodrigues Pimentel
Carlos Albino Siguilião Travessa  Ipiranga
 Carlos Roberto de Barros Artacho  Solução Pet/Coca-Cola
  José Antonio Ferreira Teles  M.Agostini
José Maurício Marques Violante  M. Agostini
José Olavo Martins Ferreira Salles  Coca-Cola
Luiz Carlos Ferreira Lessa LMG
Luiz Paulo Biato  Solução Pet/Coca-Cola 
 Marcela Costa Santini
Mauro Eduardo Costa Braz Pinto  Nitriflex
Nilton Antonio Moreira Matos  Recofarma
Paulo Cesar França da Silva  LMG
Sandra Maria de Freitas Tostes  Ficap
Wangler Compans da Silva  Casa da Moeda