Segurança em equipamentos para transformação de plásticos e borrachas
Empresas da transformação com equipamentos antigos e fora de especificações de segurança preocupadas em reverter o quadro de riscos contam com forte aliado: o Instituto Nacional de Prevenção de Acidentes em Máquinas e Equipamentos (Inpame). A indústria interessada em equipar suas máquinas com recursos de segurança tem todo suporte da instituição, que a orienta quanto às principais medidas de segurança a serem providenciadas.
“O Instituto sempre busca soluções simples para proteger equipamentos antigos”, comenta o presidente Carlos Augusto Lopes. O Inpame desempenha ainda importante papel na difusão do conceito de proteção coletiva, envolvendo toda a área no entorno da célula de operação, ou do equipamento.
A instituição também promove cursos, palestras e emite certificação de segurança para máquinas em acordo com os parâmetros da Convenção Coletiva. “Hoje essa certificação é voluntária, mas o Inpame está trabalhando no sentido de torná-la compulsória”, informa. A certificação começou com as prensas e a intenção de Lopes é que abranja todas as máquinas processadoras de termoplásticos e termofixos. Por exigência da Convenção Coletiva, as injetoras requerem selo de segurança. Mas sopradoras, moinhos, calandras, corte e solda, termoformadoras e diversas outras máquinas estão fora da pauta. “E a certificação do Inpame abrange todas”, pondera.
A indústria com dúvidas se atende aos padrões de segurança pode certificar-se com algumas medidas simples, recomenda Lopes, como observar se o equipamento impede a entrada de membros do operador à área de risco, como dedos e mão. Outro requisito é manter por escrito e à vista procedimentos de segurança. Promover treinamentos para todas as pessoas envolvidas na área de trabalho também faz parte do manual básico de segurança.
Fonte: INPAME
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